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"Paul is Dead" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Colaborador 1   
Qui, 06 de Agosto de 2009 20:00

“É a história pop mais misteriosa e saborosa. Sempre acreditei nela...”

Lúcio Ribeiro, colunista da Folha de S.Paulo
em 19 mar.04

Com certeza o fato mais surpreendente envolvendo a banda e que até hoje tem gerado polêmicos debates, começou em agosto de 1966, quando os Beatles se apresentaram pela última vez ao vivo em São Francisco (EUA). Três anos depois, a mais enigmática história do mundo do Rock, 'vazou' nos EUA, através de um DJ de uma rádio de Detroit, Russ Gibb. Esta tese, que deu notoriedade a Russ, levou-o a percorrer várias partes do planeta a fim de participar de debates e entrevistas a respeito do assunto.

A tese "Paul is Dead"

Paul McCartney foi praticamente decapitado, vítima de um esmagamento craniano em um trágico acidente automobilístico na Inglaterra e, para que o grupo não se desfizesse, uma vez que estava no auge do sucesso, a gravadora Capitol providenciou imediatamente alguém para substituí-lo.

Surgiu neste cenário macabro, um tal de William Campbell, músico, quase tão talentoso quanto Paul e que havia ganho há pouco tempo um concurso de sósias.
A verdade é que o rapaz nunca mais foi visto em sua cidade depois disso. John Lennon, que jamais aceitara a idéia da farsa, começou a espalhar dicas ou pistas subliminares para os fãs do grupo, sobre a morte do parceiro, nas famosas capas e nas letras dos álbuns da banda.
O mito "Paul is Dead", conforme ficou conhecido e popularizado o fato, começou a ser divulgado em 1969 e, a verdade sobre sua morte, foi anunciada nos Estados Unidos, através de Russel Gibb, DJ da rádio WKNR de Detroit.
A notícia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, se transformou em livros, especiais de TV, sites e filme. Apesar de ser veementemente negado por todos os envolvidos, as inúmeras provas pesquisadas corroboram que "Paul is Dead".

Confira você mesmo!

As 'dicas' subliminares deixadas por John

- Na capa do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - 1967

Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral.
Diríamos que é muita coincidência todos esses elementos estarem colocados num mesmo lugar e, cada um deles, tem uma inter relação, um com o outro, como se todas as peças de um quebra cabeças se juntassem, decodificando uma mensagem – Paul Is Dead.

O Contra-baixo de Canhoto : Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas. Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo de canhoto, que seria de Paul !

O Local do Enterro:  Observe que no final da palavra "Beatles" está a letra "o" (composta por flores vermelhas), formando assim a frase "Be at Leso", nome do suposto local onde estaria enterrado Paul.

A morte anunciada no Tambor - "He Die": Se colocarmos um espelho no meio da palavra "HEARTS", que está escrita no bumbo, aparece "HE DIE", algo parecido com "ele morre".

No álbum "Magical Mystery Tour" - 1967


No final da música "Strawberry Fields Forever" se ouve ao fundo John Lennon dizer "I buried Paul" (eu enterrei Paul).

Outro fato estranho, você observa nesta foto, do encarte, onde ‘Paul’ é o único dos quatro Beatles que está com um cravo preto na lapela do paletó, enquanto os outros estão com cravos vermelhos.

No "Álbum Branco’ – 1968

Este álbum duplo (único na carreira) marca o início da separação do grupo, marcado já pelos constantes desentendimentos, pela insatisfação de George com as poucas músicas que lhe são reservadas, e pela presença marcante de Yoko Ono.
Como o nome do álbum diz, sua capa e contracapa são totalmente brancas, porém, o encarte traz imagens muito enigmáticas que nos dão pistas preciosíssimas sobre a morte de Paul.
Veja a foto que o Prof.Vicente encontrou no meio de um emaranhado de imagens fragmentadas e ‘aparentemente’ sem nexo: uma foto de Billy Shears, apelido que os integrantes dos Beatles deram a Willian Campbell, o sósia de Paul.



Este álbum, a exemplo do que ocorre com quase todos da banda, contém também algumas mensagens audíveis.
No final da música “I’m so Tired” existem murmúrios que soam como “Paul is dead, man – Miss him, Miss Him” ou “Paul está morto”, “Sinto sua falta”.
Porém, a música que mais nos chamou a atenção até agora é “Revolution 9” que lembra uma alucinante viagem de ácido e, dentre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos, metralhadoras, etc., percebe-se a única frase inteligível: “Number Nine”. Ora, isso nos levou quase que instintivamente a ouvir esta frase, em rotação contrária, e qual foi a nossa surpresa, a frase em ‘backward masking’ diz: “Turn me on DEAD man” (Excite-me homem morto) ou “Me ligue, homem morto” que tanto pode ser uma referência subliminar à necrofilia quanto a morte de Paul.
O Prof. Vicente, em suas palestras sobre Comunicação Subliminar na Música, faz as inversões deste e de outros trechos de músicas com inserções subliminares utilizando uma ‘pickup’ importada, a mesma utilizada por DJs.

- Na capa do "Abbey Road" - 1969

É sem dúvida a capa mais polêmica de todas pesquisadas e serviu de inspiraçao para "Paul is Dead", filme apresentado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em outubro de 2000, que revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge.
O filme é autobiográfico já que seu produtor conta a história exatamente como a conheceu: quando tinha 12 anos e ouviu-a no rádio.
Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas por Paul, antes e depois de 1966.

O Carro na Rua: Um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente.

O Carro de Polícia: Um carro de polícia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência, como um acidente de trânsito.

Pés descalços: Paul é o único beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados. Talvez uma das maiores ‘pistas’ deixadas na capa é Paul segurando o cigarro na mão direita, uma vez que era canhoto.

A Chapa do Carro: A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a abreviação de "Linda McCartney Weeps" (Linda McCartney Chora) ou "Linda McCartney Widow" (Linda McCartney Viúva). O 28IF seria "28 years IF alive", o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27. Mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.

“Paul is Dead” é apenas uma síntese de um livro sobre o tema, a ser lançado em breve, pela ONG Mensagem Subliminar contendo dezenas de imagens, letras de música, entrevistas e pesquisas inéditas sobre o tema.

 

 

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